Darwinismo à Sombra da “Noite Coletiva e Cultural”
Chiara Lubich, filosofia, religião, por admin No Comments »Texto de comunicação apresentada no I Seminário NEMES apresentado por Hugo M. Barbosa.
Resumo: “A Torre de Babel” de Michael Oakeshott descreve o pragmatismo de uma sociedade que se legitima, e se estrutura, ao redor do desejo de chegar ao paraíso. O Homem moderno, apesar de comemorar sua liberdade pós-Adâmica, anseia a retomada do jardim do Édem. O maior obstáculo para a reconstrução do paraíso, pensado como um mundo perfeito sem dor ou sofrimento, são os limites impostos por uma ética transcendente, baseada na revelação de um Deus-amor. Inicia-se um processo lento e gradativo de desconstrução de “Deus”, valendo-se da racionalidade humana. Estes são os pré-supostos da simbiose estabelecida entre o ateísmo, na sua reedição mais virulenta, “o novo ateísmo”, e o Darwinismo, entendido não como teoria científica da biologia, mas como sistema epistêmico . Tento interpretar este fenômeno à luz do pensamento místico de Chiara Lubich, a “Noite Coletiva e Cultural”.
O texto completo pode ser acessado abaixo:
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